Arte

A arte é outro território de experimentação na minha trajetória. Utilizando a palavra como ferramenta e meio de expressão, exploro suas possibilidades a partir de um mesmo impulso que atravessa minha escrita: transformar aquilo que observo, sinto e imagino em alguma forma de encontro.

Poema concreto · 2025

Memória

Exposta no 4º Festival Vórtice (2025), em São Paulo; poema concreto que investiga como certas frases ouvidas na infância — especialmente aquelas carregadas de imposições sociais — moldam, silenciosamente, a nossa identidade ao longo do tempo; a palavra se torna a principal ferramenta de análise e, aqui, ela foi tomada em sua literalidade, desconstruída e reorganizada no espaço visual, revelando camadas de sentido muitas vezes naturalizadas, mas também a possibilidade de ressignificação.

Obra Memória, exposta no 4º Festival Vórtice
Foto por Felipe Ghirello (@ghirello.fe).
Obra Solidão, exposta na 1ª Exposição CONTANDE
Poema concreto · 2025

Solidão

Exposta na 1ª Exposição CONTANDE – Narrativas lgbtqiapn+ (2025), em São Paulo; poema concreto que cria um diálogo entre a palavra e seu contexto social; a disposição espacial funciona como um método para expor camadas do discurso; a palavra no centro é confrontada pela ausência, pelo silêncio e pela negação ao redor; por meio dessa disposição, a obra revela as dinâmicas sutis da exclusão, ao mesmo tempo em que abre espaço para repensar a presença e a voz.